Palavras-chave: 1980 – Hoje

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Bruxa

Um personagem popular presente no imaginário principalmente das crianças e elemento comum nas histórias infantis garantindo assim a preservação dos contos populares.

Na Festa da Criança Pasárgada /CECAB a bruxa esteve sempre presente nas divulgações em escolas, creches, assim como nos eventos públicos realizados em Timóteo.

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Marujada

Também conhecida com o nome de bagre. Marujada uma manifestação religiosa do folclore brasileiro. Acontece normalmente na primavera por ocasião

dos festejos de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito. Uma dança com volteios rápidos ora numa direção ora noutra inversamente, com uma melodia própria da tradição, acontece nas ruas envolvendo o público participante e visitando as casas por onde passa .

A Associação de Capoeira Lenço de Seda/CECAB sempre se faz presente a esses

Festejos integrando as festividades no município e municípios vizinhos.

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As Pastorinhas

Festa folclórica de origem portuguesa que comemora o nascimento de Jesus. Nessa festa as pastorinhas usam chapéus de palha, blusas brancas, saias xadrez, arcos e cestinhas de flores; dançam uma coreografia específica para a apresentação diante do presépio. A dança não se restringe a lugares fechados , as Pastorinhas desfilam pelas ruas da cidade, cantam marchas em louvor ao Menino Jesus envolvendo a população na brincadeira. Essa manifestação popular ainda sobrevive em alguns municípios do Brasil.

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Bumba meu Boi

O Bumba Meu Boi é uma das mais ricas representações do folclore brasileiro. Essa manifestação popular surgiu através da união de elementos das culturas européia, africana e indígena, com maior ou menor influência de cada uma dessas culturas, nas variações regionais dessa experiência. Existem festas similares em Portugal (Boi de Canastra) e no Daomé (Burrinha).

Sempre presente em festas de manifestação folclórico cultural como forma de preservação da cultura, esse personagem recebe várias denominações conforme a localidade onde é apresentado. No Piauí no Maranhão e em Minas Gerais, chama-se Bumba-meu-boi; na Amazônia, Boi-bumbá; em Santa Catarina, Boi-de-mamão; no Recife, Boi-calemba; no Estado do Rio de Janeiro, Folguedo-do-boi.

O enredo da dança do boi é o seguinte: uma mulher chamada Mãe Catirina, que está grávida, sente vontade de comer língua de boi. O marido, Pai Francisco, resolve atender ao desejo da mulher e mata o primeiro boi que encontra. Logo depois, o dono do boi, que era o patrão de Pai Francisco, aparece e fica muito zangado ao ver o animal morto. Para consertar a situação, surge um curandeiro, que consegue ressuscitar o boi. Nesse momento, todos se alegram e começam a brincar.

Os participantes do bumba-meu-boi dançam e tocam instrumentos enquanto as pessoas que assistem se divertem quando o boi ameaça correr atrás de alguém. O boi do espetáculo é feito de papelão, papel marchê ou madeira e recoberto com uma saia colorida, bordada com adereços vários. Dentro da carcaça, alguém faz os movimentos do boi, vestido com um figurino apropriado para o boiadeiro.

O Bumba meu Boi é um personagem histórico sempre presente em eventos do CECAB, tais como: Festa da Criança Pasárgada, Oficinas de Férias, Projetos da Cultura Afro-brasileira, Projetos Pedagógicos, apresentação em escolas da região e eventos afins.

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Cantigas de Roda

Cantigas de roda é uma prática cultural que promove o exercício da vivência coletiva, exercita a memória, a oralidade, os significados dos ritmos, a entonação e vários aspectos da língua, além de envolver processos de organização de pensamentos e conhecimentos. Nas brincadeiras de roda e cantiga as possibilidades de formação são inúmeras: seqüência, lateralidade, atenção, agilidade, movimento, noção do próprio corpo, percepção do outro. Essa brincadeira é um grande instrumento para o desenvolvimento físico-motor e psico-pedagógico na infância.

A brincadeira um elemento de cultura a ser preservado .

Corre cutia

De noite e de dia

Debaixo da ponte

No meio dia

Tem um cachorrinho

Chamado Totó

Ele pula

Ele dança

De uma perna só

(Totoró totó,tororó totó)

Um, dois,três,acabou a sua vez)

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Chicotinho Queimado

Brincadeira popular muito utilizada nos eventos do CECAB, com o propósito de mobilização do coletivo, integração, interação e vivência da cultura afro-brasileira.

Normalmente é desenvolvida ao ar livre. Uma criança esconde o chicotinho (um pauzinho,um brinquedo ou outro objeto) e diz em tom alto: Chicotinho Queimado. Todas as outras crianças envolvidas saem à procura do objeto escondido. Se uma criança estiver distante, a que escondeu o chicotinho dirá que ela está fria, se estiver mais perto, dirá que está quente. Dirá também que está esquentando ou esfriando conforme as crianças se distanciam ou se aproximam do chicotinho queimado.”Estar pelando “ é estar muito perto do chicotinho. A criança que achar o chicotinho queimado sairá correndo batendo com ele nas demais. E será ela a escondê-lo da próxima vez.

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Corrida de Saco

A Corrida de Saco foi sempre muito comum na Festa da Criança Pasárgada/CECAB. A corrida de saco é uma brincadeira de movimento,agilidade, força no impulso e competitiva.

Define-se um local de chegada. Distribui-se sacos de estopa ou similar para cada participante. Coloca-se as pernas dentro do saco seguro pelas mãos na altura da cintura.

Dado o sinal, saem pulando com os dois pés juntos. Vence quem chegar primeiro no local definido.

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Corrida do Ovo na Colher

Uma brincadeira típica da cultura brasileira e muito comum nas Festas Juninas, Festa da Criança Pasárgada/CECAB, Oficinas de Férias.

Consiste em uma corrida delimitada por um local de partida e outro de chegada. Cada corredor deve segurar com uma das mãos ou com a boca. uma colher com um ovo cozido dentro; vence quem chegar primeiro ao ponto final. Brincadeira muito conhecida no interior é sempre um ponto alto nas festas do CECAB.

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CURUPIRA

O curupira é um ser fantástico, que, segundo a crença popular, habita em florestas. Sua função é a de proteger as plantas e os animais, além de punir quem os agride. É descrito como um menino de estatura baixa, cabelos cor de fogo e pés com calcanhares para frente que confundem os caçadores que, ao irem atrás das pegadas fazem trajeto oposto. Dizem que o curupira gosta de sentar nas sombras das mangueiras e se deliciar com os frutos, mas se ele sentir que está sendo vigiado ou ameaçado ele logo começa a correr a uma velocidade tão grande que os olhos humanos não conseguem acompanhar.

Para proteger os animais, o curupira usa mil artimanhas, procurando sempre iludir e confundir os caçadores, utilizando gritos, assobios e gemidos, fazendo com que o caçador pense que está atrás de um animal e vá atrás do Curupira, se perdendo na floresta.

Ao aproximar uma tempestade, o Curupira corre toda a floresta e vai batendo nos troncos das árvores. Assim, ele vê se elas estão fortes para agüentar a ventania. Se perceber que alguma árvore poderá ser derrubada pelo vento, ele avisa a bicharada para não chegar perto.

O Curupira é um personagem sempre lembrado nas realizações da Festa da Criança Pasárgada/CECAB e em projetos ecológicos e pedagógicos realizados pelo CECAB pelo seu simbolismo e força pedagógica.

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Dança da Fita

Dança da Fita, manifestação milenar de origem européia, instalou-se em nosso país nos estados do sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, através dos imigrantes no século passado e hoje difundida em vários estados brasileiros como Minas Grais. Essa manifestação, é uma reverência feita à árvore, após o rigoroso inverno europeu. Nas aldeias, os colonos, no prenúncio da primavera, realizavam a Dança da Fita para homenagear o renascimento da Árvore.

A Dança da Fita é desenvolvida da seguinte maneira: é colocado no centro um mastro chamado pau-de-fita de aproximadamente 3m de altura com doze fitas (duas vermelhas, duas verdes, duas amarelas, duas azuis, duas rosas e duas azul marinho). Ao lado do mastro, formam-se duas filas, do lado direito os homens e do esquerdo as mulheres. Na cabeceira das duas filas fica o mestre e num sinal feito através do apito tem início a dança. O primeiro movimento é conhecido como preparação da terra para o plantio da árvore. No segundo movimento os dançadores cruzam as fitas, que significa a escolha da semente. No terceiro movimento inicia-se a semeadura. No quarto já se percebem as tranças formadas em um total de cinco trançados diferentes que simbolizam as raízes. Quando o mastro fica totalmente coberto pelas tranças, os adultos são substituídos pelas crianças que irão realizar a destrança. As crianças simbolizam as folhas da árvore. Quando termina o movimento executado pelas crianças o mastro é transformado simbolicamente em árvore, sendo este o final da dança.

Na Festa da Criança Pasárgada/CECAB escolas envolvidas interagiam com apresentações de danças folclóricas sendo uma delas a Dança da Fita.

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